Vamos passar a vender o sistema pronto — e a licença vira pré-paga.
Hoje entregamos o código-fonte para os membros. Agora abrimos uma segunda porta: a revenda, que recebe o executável pronto e gerencia os próprios clientes num painel. Este é o resumo de como a licença passa a funcionar — para devs e para o financeiro.
Cada terminal ativo custa R$ 29,90 ao mês, descontado aos poucos da carteira da revenda. Sem saldo, começa uma carência de 7 dias; passou disso sem recarregar, os clientes dela são bloqueados — e voltam na hora quando ela recarrega por Pix.
O que estamos criando
Um novo jeito de distribuir o mesmo sistema. Nada é um produto separado: correções e melhorias continuam saindo uma vez só, e valem para todo mundo.
A revenda
Um parceiro que revende o nosso sistema já compilado. Ela cuida dos clientes finais dela e paga a lojadev pelas licenças em uso — de forma pré-paga.
Um painel próprio
Site onde ela recarrega saldo, cadastra clientes, ativa/suspende licenças, controla os terminais e vê o extrato — sem depender da gente no dia a dia.
Receita recorrente
Entrada previsível e automática: cada terminal ativo gera um débito diário na carteira da revenda. Escala sem trabalho manual de liberação.
Dois mundos rodando lado a lado
O modelo novo não mexe no que já existe. Os membros seguem exatamente como hoje. É a mesma base de código servindo os dois públicos.
Membros (código-fonte)
- Recebem os fontes e compilam o próprio executável.
- Gerenciam seus clientes como sempre fizeram.
- Nenhuma mudança no dia a dia deles.
- Continuam recebendo todas as atualizações.
Revendas (executável pronto)
- Recebem o sistema já compilado, sem acesso ao fonte.
- Gerenciam clientes pelo painel web da lojadev.
- Pagam por licença ativa, no modelo pré-pago.
- Mesmo sistema, mesmas atualizações dos membros.
Para o dev Delphi: a diferença entre “build de membro” e “build de revenda” é decidida na hora de compilar — mesma pasta de fontes, sem projeto separado.
A carteira pré-paga, passo a passo
Funciona como um celular pré-pago: coloca crédito, o consumo desconta sozinho, acabou o crédito o serviço para. Só que o “consumo” aqui é o número de terminais ativos.
Recarrega por Pix
A revenda gera uma cobrança no painel e paga. O crédito cai na carteira na hora, automático.
Saldo na carteira
O painel mostra o saldo atual e quanto ela gasta por dia com as licenças ativas.
Débito diário automático
Toda madrugada o sistema desconta o proporcional de cada terminal ativo (R$ 29,90/mês ≈ R$ 1,00/dia).
Saldo acabou?
Entra em carência e avisa por e-mail/WhatsApp. Passou o prazo, bloqueia. Recarregou, volta na hora.
R$ 29,90 por terminal, por mês
Uma licença é o cliente final (o CNPJ). Cada cliente pode ter um ou vários terminais — os caixas/máquinas que rodam o sistema. A cobrança acompanha o tamanho da operação: quem tem mais caixas, paga mais.
O que conta como cobrança
Cada terminal contratado de uma licença ATIVA custa R$ 29,90/mês e entra na conta. Licença em teste ou suspensa não é cobrada.
Limite de terminais é de verdade
A revenda contrata, por cliente, quantos terminais quer. Se o cliente tenta ligar um terminal a mais do que o contratado, o servidor recusa aquele terminal. Trocou de máquina? A revenda libera pelo painel.
Empresas e quantidades são fictícias; o preço de R$ 29,90 por terminal ao mês é o valor definido. No dia a dia o sistema desconta esse valor proporcionalmente (cerca de R$ 1,00 por terminal/dia), para funcionar como pré-pago.
Quando o saldo zera: 7 dias de carência
Ninguém corta a frente de caixa de um cliente de surpresa. Ao zerar, a revenda tem uma folga para recarregar. O corte só vem depois — e a volta é imediata.
Durante a carência
Os clientes finais continuam trabalhando normalmente. A pressão fica no painel da revenda (banner vermelho) e nos avisos automáticos.
Funciona até sem internet
Cada instalação guarda uma validade curta. Se o cliente ficar offline, ela expira junto com o fim da carência — o corte acontece sozinho, sem depender de conexão naquele momento.
Reativação automática
Não há liberação manual. O pagamento cai, a carteira fica positiva e o status volta para ativo imediatamente para todos os clientes daquela revenda.
Ninguém “destrava por fora”
Pra cada um da equipe
O impacto por papel — o resumo honesto de onde cada um entra.
- Uma unidade nova que fala com o painel por internet.
- A checagem de licença que já existe continua igual — só muda de onde vem a informação.
- Um “modo revenda” ligado na compilação; membros compilam sem ele e nada muda.
- Constrói o painel web e a API de licenças.
- Recebe a cobrança Pix e roda o desconto diário.
- Já tem a especificação técnica completa em mãos.
- Entrada pré-paga: a revenda paga antes, por Pix.
- R$ 29,90 por terminal ativo, ao mês, cobrado automático.
- Inadimplência tem régua clara: 7 dias e corta sozinho.
- Extrato completo de créditos e débitos por revenda.
- Cliente de revenda bloqueado: “fale com sua revenda”.
- Troca de máquina se resolve no painel da revenda.
- Sem “senha do dia” manual para as revendas.
Como vamos chegar lá
R$ 29,90 por terminal ao mês, carência de 7 dias e desconto diário automático. Ainda a definir: valor mínimo de recarga, dias de teste grátis e qual gateway Pix — nada disso trava o início do desenvolvimento.